Escapadinha Mondego – Restaurante Vimieiro

Ainda sobre o nosso fim de semana, há necessidade de voltar a falar em comida. Estamos fartinhos de saber que não existe gastronomia como a nossa. Mas os restaurantes mais escondidos, são aqueles com maior capacidade de me surpreender. Desta vez falamos do Vimieiro. Descobrimos pelo tripadvisor.




Com uma localização privilegiada junto ao rio Alva, o restaurante Vimierio, em Penacova, localiza-se na praia fluvial com o mesmo nome, perto de uma queda de água que é cenário de televisão. 


Com duas salas distintas, uma delas completamente envidraçada com vista para o rio, dedica-se a confecionar pratos com sabor caseiro. É o destino ideal de quem procura a típica chanfana, arroz de míscaros e ao fim de semana há sempre cabrito assado com arroz de miúdos.


Chegámos as 12h30 prontos para dar uma caminhada pela praia fluvial antes do almoço. No entanto, fomos logo avisados que teríamos que “dar corda aos chinelos”, já que, sendo domingo, o restaurante iria encher à velocidade da luz.

E assim foi. Mal nos sentámos, o pequeno restaurante encheu de pessoas dali. Cumprimentavam-se à chegada. Como se todos de conhecessem. Talvez aquele fosse o restaurante de domingo. Das festas de família. Dos reencontros.


Fomos brindados para entrada com os “nuninhos”, pequenos pães recheados com queijo simplesmente deliciosos, que devem o seu nome ao criador da iguaria e também à sua forma de “ninho” A fasquia está a elevar-se. Pedi javali com castanhas. Completamente fora da minha zona de conforto.

O D. não quis arriscar e foi para as pataniscas. Mas que grandes pataniscas. Dava para ele e mais dois.
Mas o meu javali, não tenho palavras para descrever… Foi um fim de semana demasiado rico em sensações gustativas, e eu não tenho vocabulário para isto.

Estava simplesmente divinal! A carne era muito suculenta e vinha rodeada de castanhas cortadas pequeninas com um sabor incrível. O javali vem acompanhado de batatas fritas. Quando as vi, torci o nariz. Não sei bem o que lhes fizeram, mas as batatas eram mesmo boas. Não eram umas batatas fritas quaisquer. Não não. Eram mesmo boas e namoravam perfeitamente com o javali e as castanhas.



No fim, deixámos a nossa marca nas paredes rabiscadas da entrada. Eu acho muita piada ao conceito. Dá alma ao espaço. Dá memórias e pessoas. Dá vida. 

Quando visitarem o restaurante, não esqueçam de nos procurar nas paredes.


Bons passeios 😘

Sigam os nossos passeios nas redes sociais. 
 As dicas em 👉 http://www.facebook.com/route92.travel/ e as 
 Se tiverem alguma dúvida ou precisarem de ajuda para planear a vossa viagem enviem email para ⏩ route92.travelblog@gmail.com.
Boas viagens! 😁🌍

Escapadinha Mondego – Hotel Quinta da Conchada

A premissa para o fim de semana era descanso absoluto. Não haveria espaço para grandes caminhadas ou visitas culturais. Desta vez, só queríamos silêncio e paz para corpo e mente.




Já sabíamos da existência do Hotel Quinta da Conchada plantado mesmo à beira do Mondego. E esta era a desculpa perfeita.


Inserido na deslumbrante paisagem das encostas do rio, beneficia de uma localização privilegiada e uma grande facilidade de acessos rodoviários. Ficar hospedado na Quinta da Conchada Hotel & Spa significa estar próximo da natureza, da montanha, do rio e da cidade, criando uma sensação de perfeita harmonia. Conta apenas com 10 quartos, o que proporciona a cada hóspede uma experiência única de serenidade e tranquilidade.


Ao chegar, fomos recebidos com um sorriso nos lábios e simpatia, que se perpetuaram ao longo de toda a estadia.
O espaço exterior do hotel convida o tempo a passar devagar. A passear calmamente. Ouvir os passarinhos e o rio a passar.
Durante a tarde, houve tempo para descobrir o pequeno passadiço sobre o rio onde atraca o barco turístico. Houve tempo para admirar as rosas. Houve tempo para sentar na esplanada do bar a contemplar a paisagem. Houve tempo para dormir uma sesta no relvado do hotel. Houve tempo para jacuzzi. Houve tempo …. e é tão bom quando há tempo!



Para jantar no restaurante do hotel é necessário reservar durante a tarde, já que é muito solicitado não só por hóspedes, mas também outros admirados da comida local.
O restaurante oferece as riquezas e sabores da gastronomia portuguesa, ementas diversificadas e tradicionais, passando pela chanfana, o cabrito assado, a lampreia na sua época. Na sobremesa a influência dos doces conventuais com o magnífico recheio de doce de ovos, ou os típicos Pastéis de Lorvão e as Nevadas de Penacova.




Pedimos Espetada de Tamboril c/ Gambas e Açorda de Marisco, e não consigo partilhar por palavras o quão maravilhada fiquei. Eu não sou grande apreciadora de peixe. Arrisquei pelas gambas e pela açorda. Mas confesso que foi o tamboril rodeado com bacon que me conquistou o coração. Todo o prato era muito equilibrado. E a deliciosa açorda de marisco era só mais uma parcela da equação perfeita. 

A região onde se insere o hotel, foi devastada pelos incêndios de Outubro de 2017. Por isso, a paisagem já não é tão verde nem densa, como antes. O próprio hotel foi atingido pelo fogo, tendo sido consumido um edifício destinado a eventos. Apesar de todos os contratempos, o hotel Quinta da Conchada está a funcionar a 100% e merece a vossa visita. Não só o hotel, como também as aldeias adjacentes, precisam da vossa visita para ajudar na sua recuperação. 

Precisam de mais razões para uma escapadinha ao Hotel Quinta da Conchada? Sim? Então fiquem com mais fotografias 😘😘


Sigam os nossos passeios nas redes sociais. 
 As dicas em 👉 http://www.facebook.com/route92.travel/ 
e as fotos em 📸 http://www.instagram.com/route92.travelblog/ 
 Se tiverem alguma dúvida ou precisarem de ajuda para planear a vossa viagem enviem email para ⏩ route92.travelblog@gmail.com.  
Boas viagens! 😁🌍

SONHOS E PLANOS

Não sou uma viajante muito exigente quanto ao destino. Por mim, ia a todo lado. Com algumas reticências para os países que, atualmente, são mais inseguros, mas um dia lá irei. A verdade é que nunca tive grandes sonhos com praias paradisíacas. Deitada numa espreguiçadeira a beber água côco, debaixo de palmeiras e de um sol arrasador. Não, nunca aconteceu. Até porque nunca experimentei água de côco e sou intolerante a muito calor. Portanto, nunca pensei muito na República Dominicana. Ou nas Maldivas. No México já, por acaso… Talvez seja outro género. Isto para dizer que eu própria não sei bem os destinos que mais suscitam em mim sonhos e vontades. Sim, isto do vício das viagens, por vezes, surgem umas vontades (quase) incontroláveis. Mas depois passa.
Venho por este meio, então, partilhar convosco as minhas vontades do momento. E se já foram ou vão brevemente a um destes destinos não digam. Ganho nervos.

Croácia
O meu top dos top’s. Tenho uma amiga que passou 10 dias na Croácia e tive vontade de eliminá-la das redes sociais. PARA SEMPRE. Confesso que conheço mal os restantes continentes, mas sou muito fã da Europa. E esta é mais uma razão…
A Croácia é aquela mistura de tudo o que se pode desejar. E em bom. Há alguém que possa não adorar a Croácia? Natureza? Tem. Cultura? Tem. Parques Verdes? Sim. Cascatas? Incríveis. Praias? Sim senhor. Festas? TOP. Ilhas e barcos? É só escolher. UBER? Muito importante, tem.
Desde as arrepiantes cascatas inseridas nos parques verdes, às praias maravilhosas de água muito azul e aldeias pitorescas da costa, a Croácia é isso e muito mais.




Costa Espanhola
Não vamos exigir a costa toda assim duma vez. Mas uma roadtrip pela costa sulcalhava mesmo bem. Eu fazia assim: (ver o mapa)



(falta a cidade de Ronda, no mapa)

Sevilha é paragem obrigatória. Primeiro, é uma vergonha nunca ter visitado Sevilha (shame on me), e depois é realmente linda e cheia de cultura. 


-Visitar Benalmadena é um regresso à minha viagem de finalistas. Confesso que a escolha não se prende pelas magnificas praias. A areia é escura. Mas quero voltar pela nostalgia dos momentos que lá passei e também por não ter conhecido a cidade. (Porque será?!). 

– O Caminito del Rey é um dos meus desejos mais profundos. O caminho foi construído no início do século XX, entre 1903 e 1905, e servia de acesso aos trabalhadores durante a construção da barragem de El Chorro, mas também para a sua manutenção posterior. Em 1921, o rei Afonso XIII atravessou o caminhito para alcançar as barragens de Guadalhorce – Guadalteba, para proceder à sua inauguração. O caminho era tão íngreme e perigoso, mas ao mesmo tempo, tão fabuloso, que passaria a ser conhecido daí em diante por Caminito del Rey. Com o passar dos anos, o Caminito del Rey foi entrando em desuso e foi sendo abandonado, deixando que o tempo destruísse as suas infraestruturas o que o tornou cada vez mais perigoso. Porém, nos anos 90, os olhos de viajantes mais aventureiros, mostraram-no ao mundo, e começou a ser alvo de visitas de exploradores, viajantes arrojados e destemidos. Porém estas aventuras tiveram um fim trágico, razão que envolveu o Caminhito do Rei (como se diria em Portugal) em polémica e acabou por permanecer encerrado quase 15 anos. No entanto, a sua beleza não caiu no esquecimento, e em 2015, foi reaberto ao público, totalmente remodelado e em condições de segurança. A reabertura era tão aguardada que a Lonely Planet incluiu-o num dos lugares mais incríveis para conhecer nesse ano. Ah pois. Mas eu continuo sem conhecer cara-a-cara o Caminito. Aliás, penso que dei a conhecer a vários amigos meus, que já lá foram, mas eu não …

Deixo-vos este site que tem um post muito completo sobre o Caminito. 

Foto by Snappy 
(Um dos amigos que foi e não me levou 😞)


EN2
A travessia da estrada nacional 2 está na moda. Muito graças às comparações com a americana Route 66. À escala de Portugal, vá. Não temos o Middle West, mas temos o nosso Trás-os-Montes e as pontes que atravessam o nosso Mississipi (aka Douro). Também não temos móteis à beira da estrada nem hots dogs. Temos muito melhor, a melhor e mais rica gastronomia do interior do nosso país.

A Estrada Nacional nº 2 atravessa Portugal de cima abaixo como uma verdadeira espinha dorsal, com início no km 0 em Chaves e termina no km 737 na cidade Faro junto ao oceano Atlântico.
O troço abrangendo o itinerário que liga Almodôvar a São Brás de Alportel foi classificado em 2003 como Estrada Património, como reconhecimento pelo valor desta via e pelo riquíssimo património que a envolve.
Até aqui, esta estrada era muito pouco divulgada e aproveitada para fins turísticos que poderiam revitalizar muitas das zonas que os 737 km atravessam no seu épico percurso que cruza onze distritos Vila Real, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora, Setúbal, Beja e Faro.

Mas atualmente já existem dezenas de relatos pela internet fora e guias em papel para não perder pitada da experiência.




Sigam os nossos passeios nas redes sociais.

As dicas em
👉 http://www.facebook.com/route92.travel/
e as fotos em
📸  http://www.instagram.com/route92.travelblog/

Se tiverem alguma dúvida ou precisarem de ajuda para planear a vossa viagem enviem email para
⏩ route92.travelblog@gmail.com

Boas viagens! 😁🌍

My Rome – EAT, PRAY AND LOVE

.corpo { font-family: georgia; font-size: medium; text-align: center; } .corpo div { margin-top: 10px; } .titulo { font-weight: bold; font-size: x-large; } .esquerda { text-align: left; } .direita { text-align: right; } .justificado { text-align: justify; } .tabela2img tr td { padding: 30px; }

Esta viagem a Roma foi muito desejada. Como se de um filho se tratasse. Foi preciso sonhar muito. Planear. Foi se adiando. Procurando a oportunidade certa. Eis que nasceu esta viagem. Tal e qual como pensada. Ou melhor. A cidade é imensa e repleta de edifícios imponentes. Que nos diminuem e relativizam. Tudo é grande e bonito. Ao cruzar de uma esquina inocente somos esmagados pela magnificência de mais uma fonte ou edifício, esculpido religiosamente por mãos dotadas de perfeição.
Neste post …. os transportes, sítios para passear, visitar e comer.
Transportes – Quando pedi conselhos sobre Roma, muitos amigos me aconselharam a andar muito a pé e que os transportes públicos, nomeadamente os UBER ou táxis, eram escassos. Não sei se concordo totalmente. Por um lado, o clichê “Roma é um museu a céu aberto” é uma verdade e a melhor forma de aproveitar todos os recantos da cidade e deixar-se tropeçar nos edifícios e praças é andando a pé. No entanto, Roma pareceu-me demasiado grande para andar apenas a pé. É verdade que só tive 3 dias para visitar a cidade, mas senti-me demasiado cansada por ter feito os dois primeiros dias apenas sobre as minhas pernas. A rede de metro não é muito conveniente para turistas. Para além de não atravessar o centro da cidade, o metro nunca é uma boa alternativa, já que não nos permite observar as ruas e as pessoas. Acho que o autocarro é um ótimo meio de transporte em Roma. Cada bilhete custa 1,5€ (serve também para o metro) e pode ser comprado em diversas tabacarias. ATENÇÃO: não dá para comprar dentro do autocarro. No último dia, recorri ao UBER e não tive qualquer problema. A chegada foi rápida e funcionou sem problemas (como habitual). Ao contrário do que me tinham dito, vi imensos táxis a circular pelas ruas, por isso, penso que andar de táxi não será também um problema.
EAT
Falar de Roma e perfeição é falar dos seus sabores. Roma sabe a pizza fina e crocante. Sabe a gelado de chocolate e morango com a textura da fruta. Sabe a pão com manteiga e pesto. Sabe aos molhos. Sabe a azeitonas e a tomate. Sabe a bebidas ao final da tarde e aos aperitivos. Sabe a tiramisú e a cheesecake de ricota com pepitas de chocolate. Sabe aos mil tipos de pasta que tive que ir pesquisar no google.
A comida italiana …
sabe a saudade …
👌
Restaurante La Famiglia I e II
Restaurante Klass
PRAY
Aqui, apresento-vos os lugares que visitei. Alguns inspiraram-me as palavras. Outros encantar-vos-ão apenas com as imagens. 

Museu do Vaticano e Capela Sistina

Posso apostar que qualquer pessoa que planeia visitar a capela Sistina fica algo desiludida ao perceber que para alcançar a capela tem primeiro que percorrer as salas do museu.
Mas aposto também, que no final da visita o que lhe vai ficar na memória são os tetos imensos e encantadores do museu do Vaticano. Da capela Sistina apenas vai reter o barulho, agitação e o nervoso miudinho para tentar tirar uma foto que não vai poder tirar. “Silence, no photo, no video” (x1000)

Praça de São Pedro

Desculpem-me os mais crentes, mas esta foi a maior desilusão para mim. Pensava que iria deparar-me com uma praça gigante, digna de milhares e milhares de pessoas, absolutamente devoradora … Mas não. É uma praça rodeada por imensas colunas e esculturas lindas (e câmaras de vigilância). Uma igreja cuja fachada não surpreende. E uma fila de duas horas para entrar na dita igreja.

Fontana de Trevi
A Fontana de Trevi é tal e qual como nos sonhos. Mas com muito mais gente. Acaba por ser um pouco negativo. Não existe um momento para desfrutar, sem pessoas, sem empurrões. Existem olhares de pressão que falam. “Sai dai. Agora é a minha vez de tirar uma foto”

  
Expectativa

Realidade

Piazza Navona

Panteão

A fachada do panteão são colunas sombrias, escuras como o inverno. Mas o interior, abre-se uma primavera luminosa e colorida. Foi tudo construido com detalhe. Pensado ao pormenor. O óculo no ápice e a porta de entrada são as únicas fontes de luz natural no interior. No decorrer de um dia, a luz do óculo passeia pelo espaço num movimento inverso ao de um relógio de sol. O óculo não tem vidro e serve como sistema de refrigeração e ventilação do edifício; durante chuvas e tempestades, um sistema de drenagem no piso remove a água que escorre pela abertura.



Piazza Venezzia



Lupa Capitolina

Loba Capitolina  é uma escultura de bronze , de dimensões aproximadamente naturais que representa a loba das narrativas romanas sobre a  Fundação de Roma .

Segundo a lenda, Rómulo e Remo, foram atirados ao rio Tibre.  Por milagre, o cesto onde estavam as crianças acabou por parar numa das margens do rio no sopé do monte   Palatino   onde foram encontrados por uma loba que os amamentou.   Algum tempo depois, um pastor de ovelhas chamado   Fáustulo   encontrou os meninos próximo da   Figueira Ruminal , na entrada de uma caverna chamada   Lupercal .   Ele os recolheu e criou.

Quando a verdade sobre as suas origens foi revelada aos irmãos, estes decidiram fundar uma nova cidade no local onde haviam sido deixados. Rómulo queria chamá-la Roma e edificá-la no  Palatino, enquanto Remo desejava nomeá-la Remora e fundá-la sobre o Aventino. No meio das discussões subsequentes, Rómulo matou seu irmão e fundou sua cidade, Roma.
Não se cansem muito para procurar a loba. É um símbolo da cidade. Mas é tão pequenina e escondida.

Forum romano
Localizado no centro de Roma, é um fórum (praça) rectangular, famoso pelos remanescentes, que demonstram o uso de espaços urbanos durante a idade romana com construçõ es públicas de grande importância cultural. Foi durante séculos o centro da vida pública romana: o local de cerimónias triunfais e de eleições, o local onde se realizavam discursos públicos e o centro dos assuntos comerciais.

Visitei o forum romano sem expectativas do que ia ver. Na verdade, não sabia o que era o fórum romano. Mas quando subi a uma varanda onde é possível ter uma panorâmica de todas as construções remanescentes, senti-me muito pequenina. Existe uma cidade em ruínas  antiquíssima dentro da cidade. Surpreendeu-me a capacidade de se ter construído algo assim, tão grandioso, há tantos séculos atrás. 

Rio Tevere
(ou Tibre)

Transtevere
O bairro mais pitoresco de roma. Com ruas e ruinhas. Com lojas de artesanato e outras mais alternativas. Restaurantes, bares e ótimas gelatarias.

Castelo e Ponte de Sant’Angelo

Campo di Fiori

A zona mais charmosa e colorida de Roma. De dia acontece o mercado tradicional, e à noite as massas e os legumes dão lugar à animação dos bares. Aproveita a zona para tomar uma bebida ou comer nos imensos restaurantes típicos das redondezas. 


Piazza di Spagna
Vi o melhor pôr-do-sol da minha vida no cimo desta escadaria.

Piazza del Popolo

Igreja de Jesus e Maria
Chiesa di Gesù e Maria

HardRock Rome

O HardRock mais bonito que alguma vez vi. Muito boa música. Staff super simpático.
E caríssimo como todos os outros 😁

– O meu itinerário –

Dia 1 , Dia 2 e Dia 3
and LOVE
💖

Vou voltar para…
Visitar o interior da Basilica de S. Pedro
Passear no jardim Borghese
Subir o elevador do monumento a Vittorio Emanuele

10 programas menos óbvios em Lisboa

Uma amiga minha pediu-me conselhos sobre lugares a visitar em Lisboa.  Parece fácil. No entanto, ela viveu alguns anos em Lisboa. Passear na Av. da Liberdade, visitar o Castelo de São Jorge ou acabar o dia no Miradouro de São Pedro de Alcântara, acho que não era bem o que ela estava à procura. Dei algumas dicas imediatas como subir ao Cristo Rei, subir o novo elevador da Ponte 25 de Abril ou visitar o, já vosso conhecido, Palácio do Marquês da Fronteira. No entanto, não fiquei satisfeita. Fui ao site da Timeout e seleccionei alguns lugares menos óbvios para visitar em Lisboa. Não me responsabilizo se vocês já conheçam estes sítios como a palma da vossa mão. Para mim e para o comum dos mortais são, de facto, menos óbvios.
Infelizmente, ainda não visitei nenhuma destes lugares. Informação: TimeOut. Eu fiz a pesquisa e a escolha. 

Se antes de passarem aos menos óbvios, quiserem visitar os 50 must de Lisboa, a Time Out também os apresenta aqui
1) Miradouro Panorâmico de Monsanto
Este miradouro de Lisboa tem quase meio século. Foi restaurante de luxo, bingo, discoteca, edifício de escritórios e armazém. Agora, o edificio ganha uma nova vida – faz de miradouro.  A vista de 360 graus para toda a cidade e a localização privilegiada, no Alto da Serafina, fazem deste prédio devoluto o melhor sítio para ver as vistas em Monsanto. Abandonado desde 2001, o Panorâmico recebia apenas a visita esporádica de exploradores urbanos, turistas, curiosos. Desde dia 2 de Setembro que pode ser visitado legalmente e em segurança: a Câmara Municipal de Lisboa retirou o entulho, colocou protecções e em breve vai dar um jeito às paredes.

2) Ver o pôr do sol e comer sushi – Palma Yatchs
Se o faz em terra também o pode fazer no mar e é isso que tem acontecido nos passeios da Palma Yachts, ideais para impressionar aquela pessoa que se tem cortado aos seus inúmeros convites para jantar. E por falar nisso, o melhor é que pode também aprender a cortar as peças de sushi a bordo e a enrolar niguiris perfeitos. 
Doca de Santo Amaro, http://www.palmayachts.pt. A partir de 95 euros por pessoa. 93 70 65 280

3) Palácio Foz
Existem visitas guiadas a este palácio nos Restauradores e existem muitas pessoas interessadas. Daí que exista também muitas vezes a palavra “esgotado” junto a cada anúncio de uma nova data. Quem quiser visitar o interior deste edifício tem de marcar com antecedência uma das visitas guiadas. As inscrições são no site aqui.


4) The Escape Hunt Experience
Os escape games já não são novidade em várias cidades do nosso pais, mas este foi um dos primeiros e permanece o mais bem cotado de todos em Lisboa. Faz parte de uma cadeia internacional de Escape Games, o que torna a marca reconhecida pelos turistas. À boa fama junta excelentes desafios e a melhor decoração dos escape games da capital. Neste momento há três salas onde se pode trancar: uma dedicada a Fernando Pessoa, outra ao Terramoto de 1755 e uma terceira sobre Sociedades Secretas. É a diversão mais bem cotada da cidade no site Tripadvisor e convém reservar com alguma antecedência.
Rua dos Douradores, 13, todos os dias das 11.00 às 21.30. Dois adultos pagam 50€.

5) Igreja de São Roque
Já foram ao bairro alto? Muitas vezes? Então, com certeza, que a fachada desta igreja já vos passou vagamente pelos olhos… A belíssima Igreja de São Roque está no top das atracções do guia Lonely Planet – que elogia o seu “dazzling interior” – e o seu interior é um ponto de paragem obrigatório para crentes e não crentes. Pare para dar uma espreitadela e surpreenda-se com uma das igrejas mais decorados da cidade. Se, por acaso, gosta de relicários há ainda uma bela colecção de pedaços de santos e o museu de arte sacra. 
Fonte: Lisbon Lux

6) Ver a cabeça de Diogo Alves
Calma. Não sou psicopata. Prometo. 
A cabeça decepada do assassino do Aqueduto das Águas Livres está no Teatro Anatómico da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Apesar de estar preservado em formol, o pickle humano da Faculdade de Medicina viralizou. Sites como Atlas Obscura, Wired ou Dangerous Minds partilharam a foto e a história de Diogo Alves, dando ao assassino fama internacional – nas redes, várias pessoas fizeram notar as semelhanças do primeiro serial killer português com Thom Yorke, vocalista dos Radiohead, no videoclip da canção “No Surprises”.

7) Casa do Alentejo
Para fugir das multidões, das filas, do serviço lento da esplanada da moda e dos colegas de trabalho, a Taberna da Casa do Alentejo é o lugar perfeito. Situada no pátio interior do edifício do antigo Palácio Alverca – que só por si merece uma visita – esta esplanada pode não ter as vistas deslumbrantes das suas congéneres, mas os petiscos (açordas, enchidos, salgadinhos, queijos, etc.), a paz e o sossego compensam.

Fonte: Agenda LX aqui

8) Caza das Vellas (1789)
Esta oficina é tão velhinha, tão velhinha que o nome sobreviveu a quase todos os acordos ortográficos. Anterior à chegada da electricidade a Lisboa, vai na sexta geração de família Sá Pereira. O alvará para a sua abertura exigia que a loja tivesse duas tochas acesas à noite para iluminar a rua, numa altura em que a cidade era bem mais escura quando o sol se punha. Nesses tempos, as velas eram de sebo, o que emanava um cheiro pouco simpático. O fundador Domingos Sá Pereira trouxe a técnica de fabricar velas com cera de abelha, ainda hoje o ex-líbris da casa. Há velas para todos os gostos e orçamentos, mas nem só de cera vive o negócio. Rua do Loreto, 53-55. 21 342 5387. Seg-Sex 09.00-19.00, Sáb 09.00-13.00

Fonte: Site Caza das Vellas aqui

9) Visitas ao Palácio de Belém
O Palácio de Belém é muito óbvio. Já a oportunidade de visitá-lo, não era assim TÃO óbvia. As visitas são conduzidas por técnicos do museu e dão a conhecer a história da residência oficial do Presidente da República, num percurso que inclui toda a ala protocolar (Sala das Bicas, Sala de Jantar, Sala Dourada). Todos os sábados, entre as 10.30 e as 16.30.
Fonte: Time Out aqui
Mais visitas guiadas em Lisboa, aqui.

10) Tapada das Necessidades
Continua a ser um segredo escondido até para alguns lisboetas. O antigo jardim da família real tem lagos, uma estufa, um chafariz e um jardim de cactos. Perfeito para um passeio de fim de semana.
4 sitios para evitar turistas em Lisboa aqui

M. 👍