Almoço no Your Hotel & Spa Alcobaça

Eu prometi que iria explorar Leiria e os arredores. Pois bem, a primeira paragem foi na cidade histórica de Alcobaça, mais conhecida pelo seu lindíssimo Mosteiro, que para além de ser Património da Humanidade pela Unesco, foi eleito em 2007 uma das Sete Maravilhas de Portugal.

Na hora de escolher um sitio novo para almoçar, a escolha foi fácil. O Your Hotel & Spa é uma hotel de 4 estrelas, situado num local privilegiado, no meio de paisagem natural, a 4,5 km da cidade. 

Num ambiente que respira harmonia, o Your Hotel & Spa Alcobaça faz renascer o conceito de puro repouso e equilíbrio do antigo Hotel Termas da Piedade. 

Dispõe de acomodações modernas, uma piscina semi-olímpica exterior e um spa com imensos serviços de bem-estar, desde massagens a duches vichy. O Spa & Beyond encontra-se aberto ao público em geral, não é acessível a menores de 16 anos e o acesso a grávidas é condicionado. 



As comodidades de lazer gratuitas para hóspedes incluem uma piscina exterior, acesso Wi-Fi, carregamento de veículos eléctricos e estacionamento privado. Mediante um custo adicional estão disponíveis um campo de futebol, campo de ténis e um campo de golfe de treino de jogo curto. Também é providenciado aluguer de bicicletas no local. 


O restaurante Sentidos localiza-se no 2º andar e serve cozinha internacional e especialidades da Região da Estremadura. 

De 2ª a 6ª feira, o menu tem o preço de 10€ e inclui  couvert, sopa, um prato de peixe ou de carne, uma bebida, sobremesa e café. Um optei por um arroz de polvo e uma mousse de Oreo. 


A experiência no restaurante Sentidos foi óptima. A sala tem um decoração elegante, um ambiente super tranquilo e apresenta uma vista deslumbrante e serena sobre o espaço exterior do hotel e sobre as áreas verdes envolventes. 

A comida estava, no geral, deliciosa e o arroz de polvo muito bem temperado.
A mousse de Oreo é apresentada com uma physalis, o que até aqui era para mim apenas peça de decoração completamente inútil. No entanto, a mistura do sabor doce da mousse com a fruta valeu muitos pontos.  






 Estou ansiosa por voltar ao Your Hotel & Spa Alcobaça e fazer dele o meu refúgio de tranquilidade e relaxamento após aqueles dias terríveis stress. Para usufruir de um circuito no Spa ou mesmo para pernoitar bem no meio da natureza. Ou, quem sabe, para ambos. 








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5 segredos da Ilha de São Miguel – Açores

Este artigo faz parte de um post colectivo de vários blogues do grupo de Travelbloggerspt, sobre as ilhas do Arquipélago dos Açores. No final deste artigo, podem conferir quais os blogs participantes e o que cada um deles tem a dizer sobre cada uma das ilhas.



A minha visita a São Miguel foi um pouco atípica. Ficámos em casa de amigos e contámos com a generosidade de um casal de Açorianos para nos mostrarem a ilha de uma ponta à outra com a premissa “Amigos de amigos, nossos amigos são!”. Portanto, no que diz respeito a alojamentos e alugueres de carros, eu não sou a melhor pessoa para vos ajudar. Ainda assim, vou-vos contar o que eu mais gostei na Ilha de São Miguel. 

Logísticas à parte, tenho a dizer que os Açores surpreenderam-me como nenhum outro lugar. Ir aos Açores é visitar um outro Portugal. Nada que existe no continente se compara aos Açores. Aquele verde. Aqueles azuis. Aquelas flores. Aquelas árvores e os cheiros que embalam o sossego da paisagem. 
Agora vou-vos contar os segredos que eu descobri sobre a Ilha de São Miguel: 

Bife da Associação Agrícola de São Miguel


Desengane-se se acha que Associação Agrícola é sinónimo de tasca. Trata-se de um lugar muito elegante e, provavelmente, dos melhores locais em todo o arquipélago para comer a genuína carne açoriana. Conta com uma sala ampla com capacidade para 140 pessoas, um bar de apoio, capaz de albergar pessoas sentadas, e ainda uma esplanada inovadora e requintada com espaço Lounge e zona de refeições que nos meses mais quentes (época alta).
Serve apenas pratos de carne, de forma simples. Eu comi o famoso bife “da associação”, com 400 gramas, é feito na frigideira com alho e pimento, servido com batatas às rodelas e legumes. A carne estava no ponto. Acho que nunca tinha comido um bife tão suculento e saboroso. 

Localiza-se na vila de Rabo de Peixe e está aberto todos os dias das 12h às 24h. 

Tripadvisor 4,5/5 – 3067 avaliações 



Fotos do site da Associação Agrícola de São Miguel


→Poça da Dona Beija


No concelho de Povoação, na maravilhosa Ilha de São Miguel, na localidade das Furnas, situa-se a encantadora Poça da Dona Beija, conhecida pelas suas água termais com indicações terapêuticas, abraçada por um cenário de ímpar beleza e encanto.

A nascente faz parte da caldeira do vulcão das Furnas, a zona termal é composta por um complexo de cinco áreas para banhos todas abastecidas por uma nascente de água quente com aquecida pelo calor do vulcão das Furnas.
Nas piscinas podem contar com entradas de água em cascata que permite desfrutar sentado de uma massagem termal dentro de água, um banco submerso que permite deixar-se encantar pela passagem silenciosa das águas que fluem para a ribeira, uma cortina de água onde os visitantes poderão experienciar uma sauna ao ar livre. No fundo, todos os ingredientes para que se senta realmente relaxado e confortável. Nestas piscinas a água encontra-se a 39ºC. Verdade. 39º ! O que vai permite usufruir de um relaxamento completo.
No dia em que visitei a Poça da Dona Beija chovia imenso.  O que não foi um obstáculo para usufruir das piscinas naturais. Muito pelo contrário! A água das piscinas era tão quente, que a água da chuva a cair sobre a minha cara tornou aqueles momentos ainda mais relaxantes e prazerosos.

A ribeira, que atravessa as pequenas piscinas, tem quase um metro de profundidade e é regulada por uma comporta amovível que proporciona uma mistura de água termal com água da ribeira que chega a atingir os 28°C. Este espaço dá resposta aos nossos visitantes menos friorentos que procuram um banho ameno. Por vezes, tendo em conta as condições climatéricas dos Açores, há necessidade de remover a comporta, o que altera a funcionalidade desta zona.
Quando visitei este lugar mágico, a comportava estava aberta, a água da ribeira corria apressada e por isso era proibido descer para usufruir da água mais amena. 



Os bilhetes custam 6€ para adultos e 4€ para crianças (até aos 6 anos). O ingresso inclui o acesso às diferentes áreas para banhos termais da poça, às infraestruturas de apoio e à loja de lembranças.
O complexo dispõe de balneários, onde pode trocar de roupa e deixar os bens pessoais num cacifo (aluguer 1€). Se preferir, pode levar os seus bens para perto de si num dos cestos disponibilizados à entrada.
Os duches de água fria estão incluídos neste conjunto de serviços, assim como o estacionamento, mediantes disponibilidade.
Não é aconselhável o uso de pratas, ouros ou outro tipo de bijuteria, uma vez que podem mudar de cor.
Senhoras grávidas, pessoas com tensão arterial baixa ou outros problemas de saúde deverão consultar o médico, previamente, sob o risco de se sentirem indispostos ou mesmo desmaiar, devido às altas temperaturas da água.


→Ribeira dos Caldeirões


A ribeira dos Caldeirões é muito mais que a cascata dos postais. O Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões é uma área protegida açoriana, localizada ao longo de parte do curso de água da Ribeira dos Caldeirões, na freguesia da Achada, no Nordeste da ilha de São Miguel. Localiza-se nos declives da Serra da Tronqueira e ocupa parte do curso da Ribeira do Guilherme,.
Neste parque natural é possível observar uma abundante e variada flora macarronésia, onde a Laurissilva é dominante e onde se destacam fetos arbóreos de grande porte, as famosas hortênsias e criptomérias de grande porte. Mas o principal destaque deste parque natural é a cascata que alimenta com água parte do parque e se prolonga ao longo do curso da ribeira. 

O Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões possui 5 moinhos de água no seu interior. Três moinhos deste parque estão classificados como Imóveis de Interesse Público. Estes moinhos datam do séc. XVI tendo constituído, entre muitos outros espalhados pelo Nordeste, a única fonte de subsistência e rendimento de inúmeras famílias. Alguns dos moinhos ainda estão em funcionamento e num deles encontra-se um museu etnográfico. As casas do moleiro foram transformadas em loja de artesanato, turismo rural e serviço de cafetaria.

→Miradouro da Boca do Inferno


O Miradouro da Boca do Inferno é, provavelmente, o miradouro mais encantador da ilha de São Miguel. Fica a 1000m de altitude e tem uma vista incrível sobre a Lagoa do Canário, a Lagoa das Sete Cidades, a Lagoa Rasa e parte do Povoado das Sete Cidades além de parte da Serra Devassa.

O acesso não é fácil e não recomendo a pessoas com mobilidade reduzida.  Para lá chegar siga as indicações para a Lagoa do Canário, passe os portões (fecham às 19.00) e siga as placas. Pode estacionar antes dos portões ou prosseguir com o carro até mais perto do miradouro. No entanto, recomendo deixar o carro ali mesmo (antes dos portões), já que durante a caminhada até ao miradouro poderá visitar a lagoa do Canário e ter uma relação mais próxima com a natureza circundante. 




→ Kima

Este é o segredo mais bem guardado para os curiosos da gastronomia local e para os mais gulosos, como eu. Não é exclusiva da Ilha de São Miguel, mas não dava para falar dos Açores sem falar na Kima. Trata-se de uma simples sumo gaseificado com sabor a maracujá ou ananás. É produzido na fábrica Melo Abreu, em São Miguel, juntamente com a famosa Laranjada e a Cerveja Especial Melo e Abreu. 
Mas porque é que eu escrevo sobre um sumo com gás dos Açores? Porque é realmente bom e deixa muitaaaaas saudades. Só de recordar os Açores, começa -me a crescer água na boca. Começo a pensar na Kima. No bolo lêvedo. E no cozido (não sabe nada a enxofre!). E no bife da associação. E na morcela com ananás. Ok, já chega !


E para quem tiver a morrer de saudades de Kima, bolo lêvedo ou queijo de São Miguel, já podem ter todos estes produtos em vossa casa através da Mercearia dos Açores – Loja Online. 



Para se apaixonarem ainda mais pela Ilha de São Miguel, vejam o Carimbo no Passaporte ou consultem  o TravelB4Settle. Para descobrir a identidade da Terceira é no ADN Aventureiro e podem subir o Pico na companhia dos Destinos Vividos. Se um dia pensam ir a São Jorge acompanhem o blog Um Dia Vamos.
O Luis Ferreira levam-vos à Ilha do Corvo e o Gato Vadio às flores.
Nós e o mundo acompanham-vos à ilha mais Graciosa e ao Faial.
Let’s Run Away é pela Ilha de Santa Maria !

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Códigos Promocionais

O conceito dos códigos promocionais está na moda. Os bloggers ganham, os clientes ganham, mas obviamente quem ganha mais são as empresas, que conseguem assim adquiri mais clientes e faturar mais. Mas a verdade, é que sempre que viajo uso códigos promocionais de amigos ou bloggers, e na verdadem sempre poupo uns trocos no alojamento ou em táxis dentro da cidade. Estes são os nossos códigos promocionais para começar a ter descontos já na sua próxima viagem. 
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Quinta do Encontro

Nasceu nas caves do vinho do Porto a minha paixão pela enologia. Não sou grande apreciadora de vinho, confesso. O que torna esta paixão ainda mais peculiar. O que me apaixona, realmente, é o processo. Desde a vinha, à colheita, aos rituais, às caves, até ao produto final. Uma história de processos muitos antigos e rudimentares que foram evoluindo até aos dias de hoje, muito mais industrializados. 

A visita à Quinta do Encontro é obrigatória para os amantes da enologia e vinhos, especialmente da Bairrada. 
A quinta nasce da paixão pelos vinhos, criando uma visão das formas e linhas exteriores e interiores do desenho estrutural de uma barrica que resultou na perfeita harmonia conceptual entre a produção de vinho e a arquitetura moderna.

O grupo Dão Sul é o proprietário da Quinta do Encontro e está representado nas principais regiões demarcadas do país, com herdades especialmente orientadas para o enoturismo, como a Quinta de Cabriz e o Paço dos Cunhas de Santar (Dão), Herdade Monte da Cal (Alentejo), Quinta Sá de Baixo (Douro), e claro, a Quinta do Encontro (Bairrada). 
A quinta do encontro é constituída por 20 hectares de vinha, a adega, uma loja de vinhos e o restaurante.



O restaurante localiza-se num edifício moderno e inovador com a forma de uma barrica e conta com um ambiente calmo e requintado O lema da casa centra-se no vinho, mas não posso deixar de referir o pão e o azeite. Adoro o azeite Cabriz. Uma explosão de aromas e sabores logo à entrada da refeição.

Confesso que sempre que visitei o restaurante foi durante a semana, para usufruir da Quinta do Encontro a um preço mais simpático. E mesmo neste contexto, a comida é muito saborosa e cheia de requinte. Na última visita foi nos servido um folhado de maça e mel, medalhões de porco para mim e pataniscas para o ele, e por último uma fatia de bolo chocolate delicioso. Tudo isto, acompanhado pelos vinhos da quinta à escolha do cliente. A diária está disponível de terça a sexta-feira, no período de almoço. Custa 12,50€ e inclui Entrada, Prato de Peixe ou Carne, Sobremesa e Café, com vinhos de seleção. Ainda não tive oportunidade de provar os pratos da carta, mas lá iremos.






Para terminar a visita, aproveito para reabastecer a adega lá de casa na loja de vinhos, onde encontramos vinhos de todas as quintas Dão Sul, como Cabriz, Quinta de Santar, entre outras, mas também as marcas QDOE e Encontro que representam uma abordagem inovadora da região da Bairrada. 

Do portefólio de vinhos, destaco o espumante QDOE rosé, como o meu preferido. Um espumante mais doce e fresco, ideal para os dias de verão, que é sempre minha escolha para acompanhar a refeição no restaurante e lavar para casa.
Podem ainda encontrar na loja, o Cabriz Touriga Nacional branco que conquistou medalha de ouro no Concurso de Vinhos de Portugal 2018.



Localização:
São Lourenço do Bairro, Anadia https://g.co/kgs/SzsLX2 

Telefone: +351 231 527 155 / +351 232 960 140

Horário: Terça a Sábado (10:00 às 22:00), Domingo (10:00 às 18:00*), Segunda (Encerrado)
*O horário pode ser alargado em caso de reserva para grupos superiores a 15 pessoas.
Restaurante Quinta do Encontro: 35€ (Preço médio por pessoa)
Visita Guiada: Gratuita (com oferta de flute de espumante da casa) | Duração: Aprox. 1h | Horários: 11h30m, 15h30m e 18h30m.  Aconselha-se marcação prévia.

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Escapadinha Mondego – Restaurante Vimieiro

Ainda sobre o nosso fim de semana, há necessidade de voltar a falar em comida. Estamos fartinhos de saber que não existe gastronomia como a nossa. Mas os restaurantes mais escondidos, são aqueles com maior capacidade de me surpreender. Desta vez falamos do Vimieiro. Descobrimos pelo tripadvisor.




Com uma localização privilegiada junto ao rio Alva, o restaurante Vimierio, em Penacova, localiza-se na praia fluvial com o mesmo nome, perto de uma queda de água que é cenário de televisão. 


Com duas salas distintas, uma delas completamente envidraçada com vista para o rio, dedica-se a confecionar pratos com sabor caseiro. É o destino ideal de quem procura a típica chanfana, arroz de míscaros e ao fim de semana há sempre cabrito assado com arroz de miúdos.


Chegámos as 12h30 prontos para dar uma caminhada pela praia fluvial antes do almoço. No entanto, fomos logo avisados que teríamos que “dar corda aos chinelos”, já que, sendo domingo, o restaurante iria encher à velocidade da luz.

E assim foi. Mal nos sentámos, o pequeno restaurante encheu de pessoas dali. Cumprimentavam-se à chegada. Como se todos de conhecessem. Talvez aquele fosse o restaurante de domingo. Das festas de família. Dos reencontros.


Fomos brindados para entrada com os “nuninhos”, pequenos pães recheados com queijo simplesmente deliciosos, que devem o seu nome ao criador da iguaria e também à sua forma de “ninho” A fasquia está a elevar-se. Pedi javali com castanhas. Completamente fora da minha zona de conforto.

O D. não quis arriscar e foi para as pataniscas. Mas que grandes pataniscas. Dava para ele e mais dois.
Mas o meu javali, não tenho palavras para descrever… Foi um fim de semana demasiado rico em sensações gustativas, e eu não tenho vocabulário para isto.

Estava simplesmente divinal! A carne era muito suculenta e vinha rodeada de castanhas cortadas pequeninas com um sabor incrível. O javali vem acompanhado de batatas fritas. Quando as vi, torci o nariz. Não sei bem o que lhes fizeram, mas as batatas eram mesmo boas. Não eram umas batatas fritas quaisquer. Não não. Eram mesmo boas e namoravam perfeitamente com o javali e as castanhas.



No fim, deixámos a nossa marca nas paredes rabiscadas da entrada. Eu acho muita piada ao conceito. Dá alma ao espaço. Dá memórias e pessoas. Dá vida. 

Quando visitarem o restaurante, não esqueçam de nos procurar nas paredes.


Bons passeios 😘

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Escapadinha Mondego – Hotel Quinta da Conchada

A premissa para o fim de semana era descanso absoluto. Não haveria espaço para grandes caminhadas ou visitas culturais. Desta vez, só queríamos silêncio e paz para corpo e mente.




Já sabíamos da existência do Hotel Quinta da Conchada plantado mesmo à beira do Mondego. E esta era a desculpa perfeita.


Inserido na deslumbrante paisagem das encostas do rio, beneficia de uma localização privilegiada e uma grande facilidade de acessos rodoviários. Ficar hospedado na Quinta da Conchada Hotel & Spa significa estar próximo da natureza, da montanha, do rio e da cidade, criando uma sensação de perfeita harmonia. Conta apenas com 10 quartos, o que proporciona a cada hóspede uma experiência única de serenidade e tranquilidade.


Ao chegar, fomos recebidos com um sorriso nos lábios e simpatia, que se perpetuaram ao longo de toda a estadia.
O espaço exterior do hotel convida o tempo a passar devagar. A passear calmamente. Ouvir os passarinhos e o rio a passar.
Durante a tarde, houve tempo para descobrir o pequeno passadiço sobre o rio onde atraca o barco turístico. Houve tempo para admirar as rosas. Houve tempo para sentar na esplanada do bar a contemplar a paisagem. Houve tempo para dormir uma sesta no relvado do hotel. Houve tempo para jacuzzi. Houve tempo …. e é tão bom quando há tempo!



Para jantar no restaurante do hotel é necessário reservar durante a tarde, já que é muito solicitado não só por hóspedes, mas também outros admirados da comida local.
O restaurante oferece as riquezas e sabores da gastronomia portuguesa, ementas diversificadas e tradicionais, passando pela chanfana, o cabrito assado, a lampreia na sua época. Na sobremesa a influência dos doces conventuais com o magnífico recheio de doce de ovos, ou os típicos Pastéis de Lorvão e as Nevadas de Penacova.




Pedimos Espetada de Tamboril c/ Gambas e Açorda de Marisco, e não consigo partilhar por palavras o quão maravilhada fiquei. Eu não sou grande apreciadora de peixe. Arrisquei pelas gambas e pela açorda. Mas confesso que foi o tamboril rodeado com bacon que me conquistou o coração. Todo o prato era muito equilibrado. E a deliciosa açorda de marisco era só mais uma parcela da equação perfeita. 

A região onde se insere o hotel, foi devastada pelos incêndios de Outubro de 2017. Por isso, a paisagem já não é tão verde nem densa, como antes. O próprio hotel foi atingido pelo fogo, tendo sido consumido um edifício destinado a eventos. Apesar de todos os contratempos, o hotel Quinta da Conchada está a funcionar a 100% e merece a vossa visita. Não só o hotel, como também as aldeias adjacentes, precisam da vossa visita para ajudar na sua recuperação. 

Precisam de mais razões para uma escapadinha ao Hotel Quinta da Conchada? Sim? Então fiquem com mais fotografias 😘😘


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Marrocos – confesso, eu não gostei !

Na internet é difundida a imagem que todas as viagens são maravilhosas. Corre tudo bem e são ainda mais fantásticas do que imaginámos. Mas na realidade, nem sempre é assim. 

Eu estive a primeira vez em Marrocos no ano passado e não foi uma viagem assim tão fabulosa quanto idealizado. Foi a minha primeira viagem organizada por uma agência de viagens, o que só por si podia ser fascinante… mas não. Nem essa parte correu bem. 
Entretanto, já percebi que (quase) toda a gente adora Marrocos, adora o calor, as cores, o artesanato e as pessoas, e que provavelmente eu é que sou de outro planeta. 
No entanto, decidi escrever este post com a minha perspectiva de Marrocos, tendo por base, obviamente, a minha experiência.
O meu objetivo não é dizer mal de Marrocos nem dos marroquinos, mas expôr, com base na minha experiência em Marrakech e Agadir, o que eu não gostei na minha viagem. 



Super simpáticos e atenciosos
Os marroquinos não são um povo genuinamente simpático e atencioso (facada). Grande parte das vezes que são simpáticos com os turistas é para pedir algo em troca. Inclusivé, enganar turistas. “Ah e tal, isso é assim em todo lado!” Não. E não é assim em todo lado. 
Em conversa com um funcionário de um restaurante sobre esta forma pouco ética de conseguir dinheiro, ele respondeu-me que na Europa, nem tínhamos tempo para parar e ajudar as pessoas. Não sendo isto verdade e vivendo em Lisboa há 6 anos, percebi que deixei escapar um negócio de uma vida. Mas não… porque nós não somos assim. Nós ajudamos sem pedir nada em troca. Nós gostamos de acolher genuinamente. 



“Pseudo-guias”
Em Marrocos, existem “pseudo”-guias que te abordam na rua perguntando se queres ajuda. E quando dás por ti estás metido numa medina (cidade antiga aka labirinto) com ruas estreitíssimas e a depender daquela pessoa para sair dali. Portanto, ou pagas. Ou pagas. Os marroquinos não são agressivos, nem violentos. Mas pode acontecer, eventualmente, deitarem uma mãozinha na tua carteira quando não lhe deres o valor pedido para sacar aquela notinha mais gordinha lá do fundo. 

“Vamos a uma lojinha com artesanato marroquino”
E depois, é todo um esquema de compadrio ao nível de um negócio turístico de alto nível (sóquenão). “Eu levo te à praça, mas antes vamos ali a uma lojinha com uns tapetes muito bonitos”. Depois de estar dentro da loja, e dizer mil vezes que não queria nada. Tive que pôr a minha pior cara e dizer: EU SÓ QUERO IR PARA A PRAÇA! 
Esta história do compadrio vai o nível do porteiro de um hotel de 5 estrelas-taxistas.

“Estás no caminho errado!”


Continuando no assunto “esquemas”… Vais a andar pela rua em direção a determinada atração turística, quando vem um sujeito de bicicleta ou a pé e diz-te que estás a caminhar na direção errada e que se lhe pagares, ele ensina-te o caminho correto. Hm Hm. 

(se estás no meio da medina de Marrakech, mais vale perderes amor ao dinheiro e pagares a alguém. Nenhum gps ou mapa te vai conseguir ajudar.)

“Quer táxi?”
Eu já sabia que andar no meio dos souks (mercados) poderia não ser uma experiência muito silenciosa e agradável porque os vendedores plantam-se à porta das barraquinhas a impingir peças. Tudo bem. Agora, o que eu não sabia é que o mesmo acontecia na rua. No meio da rua. Pelos taxistas. A toda a hora. Tipo “Dá para andar na rua descansada?”. Não, não dá. Cheguei a uma altura da viagem, que desisti de andar na rua e fui visitar a cidade num coche, só para não ter que ouvir mais taxistas a interpelarem-me na rua. 



Cobras
– Este tópico tem por base alguma inocência E IDIOTICE da minha parte. A Marta gostava muito de tirar uma foto com uma cobra na praça Jemma El Fna. Não tenho medo de cobras (até certo ponto!)  e gostava de assistir à cena romântica das cobras a subirem das cestas encantadas pelas flautas. Até aqui tudo bem. Peguei as cobras e o meu namorado ficou a kms de distância a tirar-me fotos porque tem medo. Respeito. Mas os senhores, tãooo queridos que foram, insistiram com ele para se juntar a mim e tirarmos uma foto juntos com as cobras. Porque era muito giro. E ficava para sempre. Que queridoos, não foram? O D. ficou um metro atrás de mim e nem chegou perto das cobras. 
Mas no final “40€ cada um, por favor”. 
Como? Quanto? Onde? Eu não roubei ninguém. 
Falhei aquele tópico essencial das aulas pré-Marrocos: negociar sempre o preço previamente! Não cometam o mesmo erro, por favor.








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Crónicas Daqui e Dali – Mafra

Havia uma altura que a sexta era dia de ir passeando até casa. “Ah e tal é sexta, vamos conhecer algo novo no caminho“. As ideias já eram poucas. Não que sejam poucos os lugares interessantes. A criatividade é que já escassa. Mas agora o lema mudou…
Sexta à tarde é bom para encontrar um sítio para estudar. Assunto complicado, digo desde já. Uma pessoa deslocar-se com o intuito de encontrar um sítio, ainda desconhecido, para estudar tem tudo para correr mal. Vais perder tempo. E podes, ainda, não encontrar o sítio ideal. E depois há toda uma logística de mesas grandes, tomadas e wireless que ainda não está ao alcance de todos.
Isto para dizer, que fui procurar a minha sorte a Mafra. Tem um convento. Já toda a gente sabe. Que era um abuso de grandiosidade, eu já não lembrava. Começo a desfilar no passeio com a minha mochila (maior que eu), com foco numa esplanada ou pastelaria simples para passar apenas umas horas sossegada. 
O problema começa aqui. 
Não há pastelarias “normais” em Mafra. Todo o café ou pastelaria tem ar de ter sido roubado do interior de um palácio do século XIX. Ou são os tetos forrados a dourado. Ou as mesas e cadeiras de linhas antiquíssimas. Ou os bolos… Meu deus os bolos! Comi os melhores croissants DA MINHA VIDA. Bem húmidos, com calda de canela. Na pastelaria Pólo Norte. (Registem.)
E vi as vitrines mais deliciosas de todo o sempre. Os macarrons tinham imensas cores e um aspecto crocante. Os bolos de aniversário gritavam para levá-los e salvá-los daquela vida de clausura. Foi difícil gerir tudo. Confesso. 
As ruas são tão floridas. Existem corredores de árvores a explodir de flores cor-de-rosa que convidavam a seguir a estrada fora em direcção ao convento. 
E as lojas de roupa de bébé?!? (quem não aprecia conversas de bébes pode saltar o parágrafo). Nunca vi coisas tãooo lindas numa rua só. Sabem aquelas lojas pequeninas. Com aqueles vestidos e fofos absolutamente deliciosos que só existem na capa da Caras? Com franjinhas, e rendinhas, aquela piroseira saudável. Em Mafra também há!! Não resisti. E comprei um laço para mim. (ups) 
Mafra é uma vila cheia de personalidade. A ausência dos franchisings molda uma identidade muito própria com muita creatividade e paixão. Todas as lojas e pastelarias são únicas. Têm a sua marca própria.

 Ofereci o melhor croissant do mundo e acho que teve aprovação total 😍

SONHOS E PLANOS

Não sou uma viajante muito exigente quanto ao destino. Por mim, ia a todo lado. Com algumas reticências para os países que, atualmente, são mais inseguros, mas um dia lá irei. A verdade é que nunca tive grandes sonhos com praias paradisíacas. Deitada numa espreguiçadeira a beber água côco, debaixo de palmeiras e de um sol arrasador. Não, nunca aconteceu. Até porque nunca experimentei água de côco e sou intolerante a muito calor. Portanto, nunca pensei muito na República Dominicana. Ou nas Maldivas. No México já, por acaso… Talvez seja outro género. Isto para dizer que eu própria não sei bem os destinos que mais suscitam em mim sonhos e vontades. Sim, isto do vício das viagens, por vezes, surgem umas vontades (quase) incontroláveis. Mas depois passa.
Venho por este meio, então, partilhar convosco as minhas vontades do momento. E se já foram ou vão brevemente a um destes destinos não digam. Ganho nervos.

Croácia
O meu top dos top’s. Tenho uma amiga que passou 10 dias na Croácia e tive vontade de eliminá-la das redes sociais. PARA SEMPRE. Confesso que conheço mal os restantes continentes, mas sou muito fã da Europa. E esta é mais uma razão…
A Croácia é aquela mistura de tudo o que se pode desejar. E em bom. Há alguém que possa não adorar a Croácia? Natureza? Tem. Cultura? Tem. Parques Verdes? Sim. Cascatas? Incríveis. Praias? Sim senhor. Festas? TOP. Ilhas e barcos? É só escolher. UBER? Muito importante, tem.
Desde as arrepiantes cascatas inseridas nos parques verdes, às praias maravilhosas de água muito azul e aldeias pitorescas da costa, a Croácia é isso e muito mais.




Costa Espanhola
Não vamos exigir a costa toda assim duma vez. Mas uma roadtrip pela costa sulcalhava mesmo bem. Eu fazia assim: (ver o mapa)



(falta a cidade de Ronda, no mapa)

Sevilha é paragem obrigatória. Primeiro, é uma vergonha nunca ter visitado Sevilha (shame on me), e depois é realmente linda e cheia de cultura. 


-Visitar Benalmadena é um regresso à minha viagem de finalistas. Confesso que a escolha não se prende pelas magnificas praias. A areia é escura. Mas quero voltar pela nostalgia dos momentos que lá passei e também por não ter conhecido a cidade. (Porque será?!). 

– O Caminito del Rey é um dos meus desejos mais profundos. O caminho foi construído no início do século XX, entre 1903 e 1905, e servia de acesso aos trabalhadores durante a construção da barragem de El Chorro, mas também para a sua manutenção posterior. Em 1921, o rei Afonso XIII atravessou o caminhito para alcançar as barragens de Guadalhorce – Guadalteba, para proceder à sua inauguração. O caminho era tão íngreme e perigoso, mas ao mesmo tempo, tão fabuloso, que passaria a ser conhecido daí em diante por Caminito del Rey. Com o passar dos anos, o Caminito del Rey foi entrando em desuso e foi sendo abandonado, deixando que o tempo destruísse as suas infraestruturas o que o tornou cada vez mais perigoso. Porém, nos anos 90, os olhos de viajantes mais aventureiros, mostraram-no ao mundo, e começou a ser alvo de visitas de exploradores, viajantes arrojados e destemidos. Porém estas aventuras tiveram um fim trágico, razão que envolveu o Caminhito do Rei (como se diria em Portugal) em polémica e acabou por permanecer encerrado quase 15 anos. No entanto, a sua beleza não caiu no esquecimento, e em 2015, foi reaberto ao público, totalmente remodelado e em condições de segurança. A reabertura era tão aguardada que a Lonely Planet incluiu-o num dos lugares mais incríveis para conhecer nesse ano. Ah pois. Mas eu continuo sem conhecer cara-a-cara o Caminito. Aliás, penso que dei a conhecer a vários amigos meus, que já lá foram, mas eu não …

Deixo-vos este site que tem um post muito completo sobre o Caminito. 

Foto by Snappy 
(Um dos amigos que foi e não me levou 😞)


EN2
A travessia da estrada nacional 2 está na moda. Muito graças às comparações com a americana Route 66. À escala de Portugal, vá. Não temos o Middle West, mas temos o nosso Trás-os-Montes e as pontes que atravessam o nosso Mississipi (aka Douro). Também não temos móteis à beira da estrada nem hots dogs. Temos muito melhor, a melhor e mais rica gastronomia do interior do nosso país.

A Estrada Nacional nº 2 atravessa Portugal de cima abaixo como uma verdadeira espinha dorsal, com início no km 0 em Chaves e termina no km 737 na cidade Faro junto ao oceano Atlântico.
O troço abrangendo o itinerário que liga Almodôvar a São Brás de Alportel foi classificado em 2003 como Estrada Património, como reconhecimento pelo valor desta via e pelo riquíssimo património que a envolve.
Até aqui, esta estrada era muito pouco divulgada e aproveitada para fins turísticos que poderiam revitalizar muitas das zonas que os 737 km atravessam no seu épico percurso que cruza onze distritos Vila Real, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora, Setúbal, Beja e Faro.

Mas atualmente já existem dezenas de relatos pela internet fora e guias em papel para não perder pitada da experiência.




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My Rome – EAT, PRAY AND LOVE

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Esta viagem a Roma foi muito desejada. Como se de um filho se tratasse. Foi preciso sonhar muito. Planear. Foi se adiando. Procurando a oportunidade certa. Eis que nasceu esta viagem. Tal e qual como pensada. Ou melhor. A cidade é imensa e repleta de edifícios imponentes. Que nos diminuem e relativizam. Tudo é grande e bonito. Ao cruzar de uma esquina inocente somos esmagados pela magnificência de mais uma fonte ou edifício, esculpido religiosamente por mãos dotadas de perfeição.
Neste post …. os transportes, sítios para passear, visitar e comer.
Transportes – Quando pedi conselhos sobre Roma, muitos amigos me aconselharam a andar muito a pé e que os transportes públicos, nomeadamente os UBER ou táxis, eram escassos. Não sei se concordo totalmente. Por um lado, o clichê “Roma é um museu a céu aberto” é uma verdade e a melhor forma de aproveitar todos os recantos da cidade e deixar-se tropeçar nos edifícios e praças é andando a pé. No entanto, Roma pareceu-me demasiado grande para andar apenas a pé. É verdade que só tive 3 dias para visitar a cidade, mas senti-me demasiado cansada por ter feito os dois primeiros dias apenas sobre as minhas pernas. A rede de metro não é muito conveniente para turistas. Para além de não atravessar o centro da cidade, o metro nunca é uma boa alternativa, já que não nos permite observar as ruas e as pessoas. Acho que o autocarro é um ótimo meio de transporte em Roma. Cada bilhete custa 1,5€ (serve também para o metro) e pode ser comprado em diversas tabacarias. ATENÇÃO: não dá para comprar dentro do autocarro. No último dia, recorri ao UBER e não tive qualquer problema. A chegada foi rápida e funcionou sem problemas (como habitual). Ao contrário do que me tinham dito, vi imensos táxis a circular pelas ruas, por isso, penso que andar de táxi não será também um problema.
EAT
Falar de Roma e perfeição é falar dos seus sabores. Roma sabe a pizza fina e crocante. Sabe a gelado de chocolate e morango com a textura da fruta. Sabe a pão com manteiga e pesto. Sabe aos molhos. Sabe a azeitonas e a tomate. Sabe a bebidas ao final da tarde e aos aperitivos. Sabe a tiramisú e a cheesecake de ricota com pepitas de chocolate. Sabe aos mil tipos de pasta que tive que ir pesquisar no google.
A comida italiana …
sabe a saudade …
👌
Restaurante La Famiglia I e II
Restaurante Klass
PRAY
Aqui, apresento-vos os lugares que visitei. Alguns inspiraram-me as palavras. Outros encantar-vos-ão apenas com as imagens. 

Museu do Vaticano e Capela Sistina

Posso apostar que qualquer pessoa que planeia visitar a capela Sistina fica algo desiludida ao perceber que para alcançar a capela tem primeiro que percorrer as salas do museu.
Mas aposto também, que no final da visita o que lhe vai ficar na memória são os tetos imensos e encantadores do museu do Vaticano. Da capela Sistina apenas vai reter o barulho, agitação e o nervoso miudinho para tentar tirar uma foto que não vai poder tirar. “Silence, no photo, no video” (x1000)

Praça de São Pedro

Desculpem-me os mais crentes, mas esta foi a maior desilusão para mim. Pensava que iria deparar-me com uma praça gigante, digna de milhares e milhares de pessoas, absolutamente devoradora … Mas não. É uma praça rodeada por imensas colunas e esculturas lindas (e câmaras de vigilância). Uma igreja cuja fachada não surpreende. E uma fila de duas horas para entrar na dita igreja.

Fontana de Trevi
A Fontana de Trevi é tal e qual como nos sonhos. Mas com muito mais gente. Acaba por ser um pouco negativo. Não existe um momento para desfrutar, sem pessoas, sem empurrões. Existem olhares de pressão que falam. “Sai dai. Agora é a minha vez de tirar uma foto”

  
Expectativa

Realidade

Piazza Navona

Panteão

A fachada do panteão são colunas sombrias, escuras como o inverno. Mas o interior, abre-se uma primavera luminosa e colorida. Foi tudo construido com detalhe. Pensado ao pormenor. O óculo no ápice e a porta de entrada são as únicas fontes de luz natural no interior. No decorrer de um dia, a luz do óculo passeia pelo espaço num movimento inverso ao de um relógio de sol. O óculo não tem vidro e serve como sistema de refrigeração e ventilação do edifício; durante chuvas e tempestades, um sistema de drenagem no piso remove a água que escorre pela abertura.



Piazza Venezzia



Lupa Capitolina

Loba Capitolina  é uma escultura de bronze , de dimensões aproximadamente naturais que representa a loba das narrativas romanas sobre a  Fundação de Roma .

Segundo a lenda, Rómulo e Remo, foram atirados ao rio Tibre.  Por milagre, o cesto onde estavam as crianças acabou por parar numa das margens do rio no sopé do monte   Palatino   onde foram encontrados por uma loba que os amamentou.   Algum tempo depois, um pastor de ovelhas chamado   Fáustulo   encontrou os meninos próximo da   Figueira Ruminal , na entrada de uma caverna chamada   Lupercal .   Ele os recolheu e criou.

Quando a verdade sobre as suas origens foi revelada aos irmãos, estes decidiram fundar uma nova cidade no local onde haviam sido deixados. Rómulo queria chamá-la Roma e edificá-la no  Palatino, enquanto Remo desejava nomeá-la Remora e fundá-la sobre o Aventino. No meio das discussões subsequentes, Rómulo matou seu irmão e fundou sua cidade, Roma.
Não se cansem muito para procurar a loba. É um símbolo da cidade. Mas é tão pequenina e escondida.

Forum romano
Localizado no centro de Roma, é um fórum (praça) rectangular, famoso pelos remanescentes, que demonstram o uso de espaços urbanos durante a idade romana com construçõ es públicas de grande importância cultural. Foi durante séculos o centro da vida pública romana: o local de cerimónias triunfais e de eleições, o local onde se realizavam discursos públicos e o centro dos assuntos comerciais.

Visitei o forum romano sem expectativas do que ia ver. Na verdade, não sabia o que era o fórum romano. Mas quando subi a uma varanda onde é possível ter uma panorâmica de todas as construções remanescentes, senti-me muito pequenina. Existe uma cidade em ruínas  antiquíssima dentro da cidade. Surpreendeu-me a capacidade de se ter construído algo assim, tão grandioso, há tantos séculos atrás. 

Rio Tevere
(ou Tibre)

Transtevere
O bairro mais pitoresco de roma. Com ruas e ruinhas. Com lojas de artesanato e outras mais alternativas. Restaurantes, bares e ótimas gelatarias.

Castelo e Ponte de Sant’Angelo

Campo di Fiori

A zona mais charmosa e colorida de Roma. De dia acontece o mercado tradicional, e à noite as massas e os legumes dão lugar à animação dos bares. Aproveita a zona para tomar uma bebida ou comer nos imensos restaurantes típicos das redondezas. 


Piazza di Spagna
Vi o melhor pôr-do-sol da minha vida no cimo desta escadaria.

Piazza del Popolo

Igreja de Jesus e Maria
Chiesa di Gesù e Maria

HardRock Rome

O HardRock mais bonito que alguma vez vi. Muito boa música. Staff super simpático.
E caríssimo como todos os outros 😁

– O meu itinerário –

Dia 1 , Dia 2 e Dia 3
and LOVE
💖

Vou voltar para…
Visitar o interior da Basilica de S. Pedro
Passear no jardim Borghese
Subir o elevador do monumento a Vittorio Emanuele